Poeminha para Nadja
Quero ter comigo os olhos de Nadja, sua fala e seu sorriso.
Seu sinal no olho, na boca.
Quero ouvir seu sotaque carioca e cheirar seu cigarro traiçoeiro.
Porque preciso de mais olhos para ver tanta doçura.
Eles transbordaram de tanto vê-la.
Quero conversar com ela, Nadja de todas as canções incendiárias.
Cobra Naja, na defesa do que ama, de quem ama.
Colo imenso, cheio de bênçãos, de deuses.
Braços largos, abarcando o tempo, calendários e cataventos.
Porque o que escrevo é pequeno para definir.
Minha amiga, minha irmã, parte de mim, parte em mim.
Escrito por thulio antunes às 19h43
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